Basta conviver com um homem para que possamos concluir a tese de que todos eles podem ser comparados a biscoitos. Sim, é isso mesmo, biscoitos. Há aqueles que são ‘sequilhos’, os recheados, os salgadinhos, os de maisena...
Começando pelo ‘sequilho’, aquele que é uma delícia, fresquinho e pouco acessível. É o garoto lindo, mas esnobe, que se você não estiver no ‘nível’ dele ou não tiver nada a oferecer não te quer nem por perto . Ah você tem algo a oferecer? Ótimo, mas não se iluda querida, assim que esse parasita sugar tudo o que precisa de você ele vai te chutar como fez com todas as outras.
Temos também os ‘recheados’, preferência unânime, muito acessível, sempre tem um querendo ser mais gostoso que o outro e depois vem uma culpa... Como já disse, é o tipo mais comum. Aquele que faz de tudo pra conquistar uma garota e não sabe bem se por gostar dela ou para se sobrepor em relação aos demais. É perfeito enquanto você ainda tem a atenção dele, mas quando a disputa acaba e ele não tem mais motivos para te bajular você sente um remorso terrível por ter caído no papo desse idiota.
Além disso, há o tipo ‘salgadinho’ você sabe que faz mal, mas não resiste. Aquele tipo de garoto errado que tem escrito na testa ‘eu não presto’ mas que te envolve de um jeito em que você se torna incapaz de se defender. O bad boy que faz toda garota delirar com sua indiferença e seu olhar superior.
Por fim, existe o de ‘maisena’, simples, sem graça, mas no fundo todo mundo gosta. Aquele por quem ninguém dá nada, quando escolhido é na falta de coisa melhor e é só querer pra ter. Porém alguns, não podem ter um pouquinho de confiança que começam a se achar mais do que são. Porém é fato que, um garoto ‘maisena’ bem escolhido vale enésimas vezes mais do que qualquer outro. Geralmente é fiel, e isso é uma característica em extinção entre os biscoitos, digo, os homens RS
No entanto, mesmo sendo tão distintos uns dos outros uma característica é comum a todos: eles sempre acham que são ‘o último biscoito do pacote’... O que sinceramente é hilário.Haverão sempre outros, piores, melhores...tanto faz.
O importante é que fique claro que eles são os ‘biscoitos’ e quem escolhe o melhor somos nós.

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